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Emerson Fittipaldi

26 de abril de 2005 2 MIN DE LEITURA

Convertido através da pregação de Alex Dias Ribeiro


Fittipaldi – Acredito muito em Deus. Sou cristão, batista, evangélico. Sou crente, com muita fé. Isso mudou minha vida nos últimos seis anos. A palavra crente assusta, parece uma coisa radical, mas crente é quem crê. Sou um crente moderno dos bons!

Quando você competia, já tinha essa fé?

Fittipaldi – Acho que quem não acredita em Deus, nem em Jesus, tem uma vida vazia. Mas a gente precisa ser chamado por Deus para acordar. Quando sofri o acidente em 1996 na Indy, em Michigan (pouco antes de encerrar sua carreira seu carro bateu no muro e Emerson quase ficou tetraplégico), eu estava no hospital arrebentado e apareceu o Alex Dias Ribeiro (corredor de Fórmula 1), com a Bíblia, no meu quarto. Claro que sempre acreditei em Deus, mas foi ele que me fez renascer na minha fé em Jesus.

E depois disso, você começou a freqüentar a igreja?

Fittipaldi – Sim, a Igreja Batista em Miami e no Brasil. A vida ganha mais sentido com Deus e é minha obrigação passar isso para as pessoas que me cercam. E a Rossana, minha mulher, também é crente.

Onde você conheceu a Rossana?
Fittipaldi – Na Fórmula (academia em São Paulo). Ela é mais fanática por exercícios do que eu. Sou apaixonado por esportes de movimento: tênis, vela, windsurf, snowboard... E ela também é superatleta. É boa em qualquer esporte. Acho que um casal deve gostar das mesmas coisas.

Como você lida com o fato de envelhecer?

Fittipaldi – Quem acorda de manhã, toca a vida e tem motivação não envelhece. Aposentar é a pior palavra que existe. Diminuir o ritmo sim, parar nunca.

Fonte: Revista ISTO É

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