Ministério Apostólico

Diretrizes para o Futuro da Igreja (Parte 1)

12 de junho de 2005 3 MIN DE LEITURA

Quanto mais nos aproximamos da vinda de Jesus, mais a igreja deve se assemelhar ao Novo Testamento. Quanto mais perto do fim, mais perto do padrão que Deus estabeleceu devemos estar. Por isso é imperativo que apóstolos e profetas tomem suas posições de liderança na igreja. Eles foram os pivôs do desenvolvimento da igreja primitiva e serão os pivôs da igreja dos últimos dias.

Apóstolos e Profetas são dons de governo que tem uma autoridade tremenda para executar os planos e propósitos de Deus. Estes homens e mulheres precisam ser identificados e liberados. Quando os apóstolos e profetas estão em seu lugar, a igreja experimenta grandes bênçãos. Precisamos começar a caminhar neste chamado com confiança e ousadia. A missão destes homens inclui plantar, ativar, impartir e demonstrar o Reino de Deus.

Quando estes dons são manifestos, a igreja avança e experimenta grande impacto. Os santos experimentam um novo nível de aperfeiçoamento e maturidade. O medo é vencido pela coragem e ousadia. Ignorância é vencida pelo conhecimento e revelação. Incredulidade é vencida pela fé e confiança.

A seguir gostaria de relacionar tendências que estão emergindo na igreja com a completa restauração dos apóstolos e profetas. Digo com a completa restauração destes ministérios, pois a eles cabe trazer a realidade o destino de Deus para a igreja. Esta é a função que Deus deu àqueles que comissionou para o ministério apostólico e profético. Sem que primeiro estes dons sejam manifestos, não há possibilidade que se manifeste a  integralidade dos planos de Deus para sua igreja. (Estas diretrizes têm sido apontadas e confirmadas por profetas e apóstolos ao redor de todo mundo).

1. Uma grande ênfase e importância para os sinais, maravilhas e milagres (especialmente libertação). Isto protegerá a igreja de depender excessivamente de abordagens racionais e intelectuais. Haverá grande demonstração do poder de Deus (II Co 12, Mt 10).

2. Estabelecimento do Reino de Deus em novas regiões e territórios através do plantio de novas igrejas. Equipes apostólicas serão liberadas para estabelecerem novas igrejas. Se levantarão igrejas tipo Antioquia que terão uma mentalidade de enviar e liberar (At 13).

3. Grande ênfase em guerra espiritual, incluindo amarrar e liberar. Grande autoridade sobre fortalezas territoriais, incluindo principados e potestades (Mt 16, 18).

4.  Liberação de uma atmosfera de liberdade na igreja que conduzirá ao mover do Espírito Santo e a operação dos dons, incluindo especialmente profecias (At 15:10).

5. Grande liberação de um espírito de oração e intercessão. Aumento do encargo pela oração e intercessão. Liberação de guerreiros proféticos de oração para regiões e territórios. Restauração das vigílias de oração, oração em toda cidade, caminhadas de oração, 24 horas de oração, oração corporativa e oração em locais específicos (I Tm 2).

6. Liberação dos santos para seus destinos e propósitos individuais. Liberação de igrejas para seus destinos e propósitos. Ativação dos cristãos para seus chamados e ministérios dentro de uma nova dimensão de poder para realizar as obras de Deus.

7. Grande manifestação da glória de Deus de forma palpável na igreja incluindo a manifestação da presença de Deus através da restauração do Tabernáculo de Davi (At 15, II Co 3:8).

8. Mudança no clima espiritual de certas regiões e territórios gerando uma nova receptividade ao evangelho e as obras do Espírito Santo.

9. Fortalecimento de igrejas existentes e confirmação de novas igrejas. Isto fortalecerá a igreja em todos os lugares (At 14:22, 15:32).

10. Grande manifestação de demônios, ferindo o coração de muitas pessoas, como reação ao avanço da igreja e ao aumento do impacto do poder de Deus através dos santos nesta terra.

.... continua

 

Ricardo Wagner, apóstolo

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